sábado, 7 de fevereiro de 2009

Ideias livres - V

Caros, pensando no fomrato: poderemos nos desprender da música como bg, né? Estive pensando e cada música poderá contar uma história, dentro desse espítiro que estamos convesando. Acho que o próximo passo será o de planejar as concepções de cada música (imagens, personagens, tratamento)
Sugiro uma reunião para o dia 15 (domingo).
A colocação do Tiago sobre a dificuldade de meras imagens ilustrarem as músicas pe muito prudente. Devemos conversar sobre isso também
Abraços
Claudio

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Ideias livres - IV

Amados,


Em complementação ao fio condutor de Cláudio, seguem algumas considerações minhas (após ouvir mais duas vezes o Novo Aeon).

Para mim, este disco de Raul é muito claro. O Novo Aeon é um disco de libertação. Existem vários caminhos, mas só um destino: a libertação. E o que a libertação? Para Raul, e para a Crowley, a libertação não se dá através da expiação dos pecados. Por um motivo bem simples, não existe pecado. As brincadeiras com o diabo e a mãe serpente são muito mais alegóricas que reais.

Tente outra vez, para mim, é a necessidade de acreditar em algo, pois o mundo continua existente.

É preciso acreditar em algo e continuar.

Mas acreditar em quê? A resposta não está no cristianismo, na expiação dos pecados. Por isso, o diabo é pai do rock. Portanto, é preciso pular o muro. Não queremos explicações, respostas, pois a resposta foi procurada e não encontrada. É preciso duvidar dos valores e transpô-los.

A maçã, então, não é apenas uma canção amorosa de libertação sexual. Simbolicamente, é a aceitação da tentação de transpor as barreiras. A lei suprema é a vontade. E o amor é a expressão máxima da vida. Sendo a vontade a lei suprema, o egoísmo é seu porto seguro.

E para onde tudo isso nos leva? Não temos como fugir, o caminho da vida é a morte. Todas coisas se findam. Tudo é efêmero.

Apesar de sabermos disso, de que não há escapatória, nos preocupamos com as coisas mais cotidianas em busca cega pela felicidade putrefada. Assim, nos apegamos ao velho, ao que conhecemos e consideramos seguro. Só que o mundo gira, meu caro, e as coisas mudam. Mais uma vez, é preciso seguir adiante rumo à libertação.

Mas esse não é um caminho sem ônus. Os velhos valores estão no nosso calcanhar. Amamos o novo, mas temos medo do que ele pode representar ao quebrar os velhos paradigmas.

Peixuxa, e aqui está o nó mais difícil de desatar do disco, é o anticristo, ou seja, mais uma vez, a afronta aos velhos valores. Só que agora com uma nova roupagem. Peixuxa traz uma visão mais ampla de mundo em harmonia com o meio ambiente, para além da individualidade das canções anteriores. As mudanças não ocorrem somente no nível pessoal.

O oceano é o ambiente deste planeta mais misterioso e desconhecido. É preciso cuidar dele para cuidarmos de nossas vidas. Caso contrário, o mundo poderá sofrer um grave esgotamento. Mas não é o fim do mundo. É o começo do novo mundo. A semente de uma nova luz (sunseed).

Caminhos II não é somente o tempo que se esvai. É a reafirmação de que não há outra saída. Em uma interpretação mais ampla, fazendo uma ligação com "tenho livros na estante, todos tem explicação", todas as religiões, filosofias, tratam da mesma coisa, da libertação.

E o que é a libertação? É cada um poder fazer o que quiser. São os tempos que virão. Direito de acreditar no que quiser. A sociedade de pedra, a sociedade do vil metal, a sociedade industrial, ruirão em função de um novo tempo. É poder moder a maçã, do sexo, do conhecimento do bem e do mal, sem culpa. É seguir a própria vontade, mas sem agredir a vontade do outro. "Faze o que tu queres, pois é tudo da lei". "O amor é a lei, mas o amor sob vontade".

Talvez, ironicamente, a frase final do disco "direito de deixar Cristo morrer", representa uma libertação em, pelo menos, 3 maneiras diferentes. A libertação do pecado, no sentido cristão. A libertação da vontade dos homens, por ter o direito em acredita ou não nisso. E a libertação suprema e total, a morte.

É necessário frisar que não é somente a morte material de um corpo e sim a morte de valores e ideais. Pois, da morte, em todas as religiões, surge uma nova vida.


Att

Aléxis

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Ideias Livres - III

Prezados:
o aléxis já contextualizou bem o fenômeno (e o espírito) do Novo Aeon. No mais, reitero que o álbum lançado em 1975 foi um singelo "fracasso". Não à toa. Raul, de certo modo, rompia com a ordem "esotérica" dos albuns anteriores (Krig-ha-bandolo e Gita) e praticava um album ácido que dissecava as incongruências da contracultura e dos "novos caminhos" que se abriam. Nesse contexto, tanto as experiências lisérgicas, bem como o estabelecimento de uma nova postura diante das transformações ocidentais serviam de ingredientes para que Raul visualizasse, em contornos irônicos, setores outros que não o puramente "esquerdista", "louco" ou "flower power". É nessa conjuntura que O Novo Aeon deve ser visto: como um canhão desalojado das regras culturais estabelecidas, e como um sopro "estranho" de códigos. Afinal de contas o disco trazia uma série de temas prosaicos tratados com um destempero popular (que Raul sempre foi). Desse modo, a luta renhida e a fé se entranham num grito de dor a um pai oco, a um Deus vacilante (Tente outra vez); Freud é aspirado em uma polarização emblématica com Satã (apolo x dionísio) (Rock do Diabo); a liberdade de um relacionamento aberto é vista sob o prisma da paixão e da discussão intrínseca da própria liberdade (A Maçã); o individualismo e o hedonismo daqueles tempos são cinicamente emoldurados num quadro de referenciais múltiplos (Eu sou egoísta); o jogo existencial (sartre presente nas entrelinhas) rivaliza com códigos desenhados em uma esfera marxista das décadas anteriores. Raul brinca e avacalha a dialética (Caminhos 1); então, empreende a crônica do dia-a-dia para identificar o outro lado da moeda e as nossas precariedades sociais (É fim de mês); abarca os elementos da cultura de massa para sedimentar uma anti-antropofagia, com elementos do "bom tom" e do "cafona" se enamorando, não se deglutindo (Tu és o MDC da minha vida); situa o descompasso de uma geração perdida com os seus próprios propósitos (A verdade sobre a nostalgia); de novo Freud. agora percorrendo os recônditos de nossa mente vil (Paranóia); o grito de paz aos animais e à bioesfera (Peixuxa); a obervação de um tempo que vem (Sunseed). a observação de um tempo que se esvai (Caminhos 2); e a configuração de um tempo NOVO que se instaura (O Novo Aeon)...
O Alexis tem razão quando diz que o Novo Aeon já anrtecipa elementos que fazem todo o sentido, hoje. Porém, devemos olhar a radiografia da "mudança de paradigma" selada por Raul como um grito anti-ordeiro, anti-canônico, obedecendo, até as vísceras, à idéia de uma nova era (tão cara no estertores dos anos 70 década de 80 adentro). Talvez aqui esteja o cerne que devamos explorar, ou seja, O QUE É ESSE NOVO? COMO ELE SE ESTABELECE EM NOSSA CULTURA?
Portanto, proponho que o vídeo "costure" as facetas do disco faixa-a-faixa. Só desse modo, vislumbraremos uma narratividade. O disco é conceitual. Não há dúvida sobre isso. Penso que cada imagems explorada, ou cada esboço praticado em determinada canção possa exercer uma espécie de conceitualidade dentro de uma macroconceito. Não vejo problema nisso. Dessa maneira, as possíveis imagens, diálogos, personagens se envolverão num jogo de absorção de apropriação sugeridas que se edificarão homogêneos no final (este é o desafio). Não se trata, obviamente, de uma megaclipe, visto que o encadeamento conceitual do disco já permite que criemos um arcabouço "lógico" em cima dos experimentalismos livres que traçaremos.
Assim, a partir do que foi colocado, desenho o seguinte mote da concepção
IDÈIA: O NOVO SEMPRE VEM - O CONFLITO DO NOVO COM O VELHO
Depois, cada canção exercerá uma característica temática que deverá ser trabalhada nos tempo da música
Sugiro um fio condutor:
01. Tente outra vez - tema: REDENÇÃO
02. Rok do Diabo - tema: O NOVO PELO ANÁRQUICO
03. A Maçã - O NOVO PELA (NOVA) RELAÇÃO AMOROSA
04. Eu sou egoísta - O NOVO HOMEM
05. Caminhos 1: OUTRO(s) RUMO(s)
06. Fim de Mês: A CONDIÇÃO PRECÁRIA DO COTIDIANO: O NOVO VELHO DE SEMPRE
07. Tu és o MDC da minha vida: O NOVO COTIDIANO DA CULTURA DE MASSA
08. A verdade sobre a nostalgia: O TEMPO NOVO E O TEMPO VELHO EM CONFLITO
09. Paranoia: OS FANTASMAS DO PASSADO E DA MENTE: NOVO APRISIONADO
10. Peixuxa: NOVOS EMBLEMAS: A ECOLOGIA E A COLETIVIDADE
11. Sunseed - O NOVO TEMPO - A NOVA ERA CHEGANDO...
12. Caminhos 2 - A FUGACIDADE DO TEMPO
13. O Novo Aeon: O NOVO SEMPRE VEM: O DIREITO A ELE (A MATERIALIZAÇÃO DO NOVO)
O Novo é inefável!!!!
Abraços
Cláudio

Ideias livres sobre Novo Aeon - II

Caros, atendendo aos apelos do Aléxis:

Sim, sou um dos que podem pular fora agora, nas seguintes hipóteses:
1- Se fizermos isso sem um interesse não mensurável decorrente de um valor comum a todos do grupo(não quero fazer pra aparecer, nem pra abrir portas, nem pra ganhar grana, etc.); ou
2- Se a tendência for fazer um "megaclipe" do álbum; ou
3- Se buscarmos apenas imagens ilustrativas (por mais ricas, complexas, interessantes ou bonitas que sejam) para as músicas; ou
4- Se trabalharmos com prazos que coloquem a qualidade e o capricho sob risco; ou
5- Se eu precisar me dedicar exclusivamente a algum projeto que julgue prioritário.

Vejam bem, são questões pessoais. Não estou sugerindo aos demais que me acompanhem ou concordem, mas apenas esclarecendo as condições de trabalho que me dariam vontade de entrar no Projeto Novo Aeon.

Página virada.

Para já, tenho algumas sugestões, talvez um pouco mais precisas que as do Aléxis, mas com parte de inspiração nestas. Comecei a falar com o Tristão ontem, até então eu não conseguia sequer imaginar o que seria o produto final do Novo Aeon, mas agora sim. Temos que criar uma estrutura-motivo abrangente a qual incorpore as músicas como uma sub-estrutura, ou seja, a música tem que inspirar, apontar direções, acrescentar, contribuir, participar, mas nunca comandar, abarcar ou escravizar o trabalho final (o que ocorreria num megaclipe, por exemplo).

Tenho um exemplo muito claro do que poderia ser isso: Assistiram Borat? Fantástico, né ? Imaginem que todas as situações do filme sejam espontâneas e com pessoas reais, apenas o personagem fictício (confesso que não tenho certeza se em Borat são personagens são atores sociais). A estrutra seria essa. Querem que eu especifique mais? Tudo bem, mas considerem que ainda estamos no plano "viagem". Nosso personagem seria uma pessoa singular, visualmente diferente, intelectualmente intrigante e sem freios pra perguntas. Também, como atributo seu, tocaria violão e cantaria em espaços públicos - ou não -, mesmo sem público), mas o acervo, claro, seria o Novo Aeon. Sim, poderíamos usar como personagem o próprio Raul, mas penso que com outro visual e um tipo físico bem diverso do original (negro, japonês...), além de não se apresentar como "Raul Seixas", mas como " Raul Santos", ou "Santos Seixas", sei lá.. qualquer referÊncia ao nome completo do cara.

E qual vai ser a Jornada do nosso Herói? Ele vai percorrer lugares, cidades e falar com pessoas em busca da resposta "Qual é o espírito do nosso Aeon?" ou "do Aeon que está por vir" (com a própria questão da crise, como bem pontuou o Aléxis). Serão observações de comportamentos nas ruas e ambientes fechados, entrevistas com igrejas, padres, terreiros, empresários, comunistas, gays, nerds, cabeleireiros, políticos, taxistas, jogadores de futebol, etc. Não seria nenhuma resposta definitiva pra nada, nem completa, muito menos com "dois lados" da história. Dois depoimentos sobre um assunto qualquer e já está encerrado, ponto final. Poderíamos contrabalancear com as questões de 1975 que o Aléxis levantou, fazer uma panorâmica que contraste as duas épocas. Lado a lado anônimos e "celebridades". Utilizaríamos nosso a acesso a algumas cidades como Rio de Janeiro (minha irmã), São Paulo (família suas....rs), Salvador (não precisa falar). Podemos começar do túmulo do Raul e terminar na casa onde cresceu ou nasceu, sei lá... E no meio disso tudo o personagem canta, a gravação original sobrepõe sua voz (ou não), usamos imagens de arquivo (ou não), usamos fotos (ou não), tentamos entrevistar o Serra/Lula/Babá/Quércia/Collor (ou não), entrevistamos o dono da maior boate gay de SP (ou não), entrevistamos uma criança que nunca brincou na rua (ou não), qualquer coisa/pessoa que possa sintetizar ao menos um traço do nosso zeitgeist (desculpem, a referência foi inevitável) . Afinal, nós também precisamos descobrir qual é a porra do espírito do nosso tempo, tão fragmento, diverso, liquefeito, pós-moderno.

Assistam Borat. Vejam como na sua "ironia inocente" ele faz críticas ácidas ao machismo (zombando das feministas), à frivolidade burgesa, ao preconceito religioso, ao patriotismo-facista-sanguinário dos americanos sulistas. Claro que não estou propondo um filme burlesco, mas que exponha contradições, revele pontos de vista, promova constrangimentos e ainda seja bem-humorado, que possua algum lirismo e um quê de solidão desse Quixote trovador. Um Raulzito em nosso meio, enfim.

Mais uma pedra foi lançada.
Ainda não nos reunimos para beber e ouvir o disco, mas já sabem pra que direção aponto. Se alguém for comentar minha sugestão, que por favor a mantenha no plano de idéia, possibilidade, viagem. Não de proposta (não vamos discutir viabilidades materiais-humanas por enquanto, ou vamos perder o tesão e a chance de tentar algo novo).

Abraços,


Tiago

Ideias livres sobre o Novo Aeon

1. Queeeeeeeeeeira basta ser sincero e desejar profundo, você será capaz de sacudir o mundo.

em 1975...
Foi fundada a Microsoft.
Wladimir Herzog é assassinado.
O pau come em Portugal. Angola, Moçambique e Cabo Verde se tornam independentes. Franco morre e a Espanha volta a ser monarquia.
Morre Pasolini.
Guerra Civil na Líbia.
A Embratel inaugura o serviço de DDI.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulga a Pastoral Social
Início das atividades do Islamic Development Bank
Estabelecimento de relações entre a China e a Comunidade Européia, Portugal e Coréia do Norte
EUA veta a entrada de Cuba na ONU
Tropas revolucionárias ocupam Saigon (Vietnã)
Países assinam a Convenção de Punição e Supressão do Crime de Apartheid
Publicação de Vigiar e Punir, de Focault
Lula é eleito presidente do Sindicato do Metalúrgicos.
Um eclipse lunar!
Um eclipse solar!
É lançado o novo Aeon!

2. Enquanto Freud explica, o diabo dá os toque

O livro da lei, de Aleister Crowley: http://www.casadobruxo.com.br/textos/lei.htm

Comentários sobre o Livro da Lei, parte III, Novo Éon

"Ele rege o presente período de 2,000 anos, começando em 1904. Em toda parte seu governo deita raízes. Observem vocês mesmos a queda do senso de pecado, o crescimento da inocência e da irresponsabilidade, as estranhas modificações do instinto reprodutivo com tendências a se tornar bissexual ou epiceno, a confiança infantil no progresso combinada com medo pesadelesco de catástrofe, contra a qual nós já estamos parcialmente não querendo tomar precauções.

Considere o afloramento das ditaduras, somente possíveis quando o crescimento moral está em seus mais primevos estágios, e a prevalescência dos cultos infantis como Comunismo, Fascismo, Pacifismo, Doenças Mentais, Ocultismo, em quase todas as suas formas, religiões sentimentalizadas até o ponto de praticamente extinção.

Considere a popularidade do cinema, do rádio, da loteria esportiva e competições de adivinhação, todos mecanismos para acalmar bebês irritadiços, nenhuma semente de finalidade neles.

Considere o esporte, o entusiasmo infantil e a fúria que ele provoca, nações inteiras perturbadas por disputas entre garotos.

Considere a guerra, as atrocidades que ocorrem diariamente e deixam-nos impassíveis e dificilmente preocupados.

Nós somos crianças.

Como esse novo Éon de Hórus se desenvolverá, como a Criança crescerá, estas são coisas para nós determinarmos, crescendo nós mesmos na via da Lei de Thelema sob a condução iluminada de Master Therion."

Thelema = vontade. "Faze o que tu queres, pois é tudo da lei". Em complementação a esta lei suprema tem a lei de ágape: "O amor é a lei, mas o amor sob vontade".


3. Infinita é tua beleza, como podes ficar presa, como santa no altar?

Primeiro, precisamos definir o que queremos. Todo mundo tem a resposta? Um filme-ensaio sobre o Novo Aeon pode ser feito de várias maneiras.
Conheço a casa onde Raul morou em Salvador, e podemos fazer várias imagens aqui. Mas isso não é o bastante. E nem deveria ser o principal.
Podemos inserir um cover de Raul nas imagens, mas isso serve para quê?
A gente estudou o suficiente o Novo Aeon?
Eu acho que o Novo Aeon tem uma mensagem muito sintonizada com os novos ventos. Agora com a tal crise, isso fica ainda mais claro. É um processo que estamos vivendo há algum tempo.
Portanto, poderíamos criar motes sintonizados com as músicas.

4. O que eu como a prato pleno, bem pode ser o seu veneno

É necessário reunir todos, podemos fazer uma áudio-conferência. Posso ligar da internet, e passarmos uma tarde conversando. Assim poderíamos delinear algo mais claro. Alguém quer pular fora, avise agora, que a panela está indo pro fogo.
Sugiro um domingo, exceto o de carnaval. Digam qual.

5. Você me pergunta aonde eu quero chegar, se há tantos caminhos na vida, e pouca esperança no ar

Cada um pense no que poderia ser o filme. Se não tiver o que pensar, não escreva, pule fora e embarque depois.

6. Quando eu me declarava você ria, e no auge da minha agonia, eu recitava Shakespeare

Quem puder, reúna material de referência sobre o período, sobre as pessoas, sobre o disco. Cláudio, você pode fazer um breve resumo?

7. Na curva do futuro, muito carro capotou

Escutem o disco. Esfolem seus ouvidos. As respostas estão lá.

8. Eu dedico esta canção para Nóia, com amor e com medo

O negócio vai sair. A criança está para nascer.

9. Tem gente estranha trabalhando nos fundos que não é peixe mas não morre afogado

Basta dedicar algum tempo por semana.

10. Tenho livros na estante, todos têm a explicação

e aguçar as dúvidas.

11. Stand on your own feet

Só precisamos trabalhar calma, lenta, e constantemente.

12. Assim como todas as portas são diferentes, os caminhos são diferentes, mas todos vão dar no mesmo lugar

Não tem mais jeito, esse troço vai sair.

13. O sol da noite agora está nascendo, alguma coisa está acontecendo. Não dá no rádio e nem está nas bancas de jornais.

Resumo da ópera:

1. Reunião de material de suporte até 01/03/2009

2. Definição do que cada um quer, imediatamente.

3. Áudio-conferência, depois de cada um se pronunciar do que quer. O silêncio é a ratificação das decisões alheias.

4. Por falta de cabeça, assumi o comando.

Att

Aléxis Góis